Faculdades Logatti » Como Araraquara fará 200 anos em agosto próximo, Okada ressalta que achou interessante contar o que foi feito daquele menino mais de meio século depois.A revista que era de seu pai foi transferida para Jorge quando ele já estava casado, com filhos. “Guardo como uma relíquia, principalmente por causa do parquinho. Tenho muitas histórias de lá. Para se ter uma ideia, no parquinho eu cantava para ganhar umas balas”.

Como Araraquara fará 200 anos em agosto próximo, Okada ressalta que achou interessante contar o que foi feito daquele menino mais de meio século depois.A revista que era de seu pai foi transferida para Jorge quando ele já estava casado, com filhos. “Guardo como uma relíquia, principalmente por causa do parquinho. Tenho muitas histórias de lá. Para se ter uma ideia, no parquinho eu cantava para ganhar umas balas”.

Okada também se recorda que certa vez o Papai Noel do ‘Parquinho Noel’ era ninguém menos que o prefeito da cidade, Pereira Barreto.São tantas lembranças que Okada traz como a que na creche do Parque Infantil naquela época era atendido pelo médico Dr. Logatti.Questionado sobre onde mora, conta que atualmente reside em São Carlos, mas que já morou em São Pedro quando se aposentou, com o objetivo de proporcionar uma melhor qualidade de vida aos filhos.

Jorge Okada nasceu no dia 11 de junho de 1949, em Araraquara, no bairro de Santa Angelina. Filho de Issamu, natural de Osaka, Japão, e de Kiyo. “Meu pai veio com meus avós, minha mãe, Kiyo, natural de Ito, veio com um irmão dela, portanto não poderia vir, mas deram um jeitinho fazendo um casamento fictício para a imigração, Nem sei quem é, mas é uma pessoa que veio como marido dela.

Os pais de Okada se conheceram no Brasil, provavelmente em Olímpia. A vida destes imigrantes não foi fácil. Eles trabalhavam em um sistema que pode ser considerado de semiescravidão. Para se ter uma ideia tinham que comprar na venda da própria fazenda e era uma conta sem fim, pois sempre estavam devendo. “Meu pai era muito honesto e ficou, mas outros, que acabaram ficando bem financeiramente, fugiam sem pagar a dívida. Só que ele era uma pessoa honesta e de muita confiança e como tinha facilidade para fazer contas era quem controlava o peso das colheitas, como a de algodão e café, por exemplo.

Jorge se lembra que passaram pela fazenda Martinho Prado. Depois a família foi para Pradópolis. Como os irmãos de Jorge viviam doentes, o padrinho de uma das irmãs dele sugeriu que fossem para Araraquara, pois a cidade era boa, um local onde as pessoas tinham saúde. Assim vieram para cá. Foram morar próximo ao IEBA onde vendiam doce e posteriormente somente pipoca.

Quando tinha uns dois anos, a mãe o colocou no parquinho. Minha irmã mais velha me levava nos ombros dela, diz acrescentando que no parquinho tinha um médico que se chamava Dr. Francisco Logatti que ao longo dos anos se tornou um amigo até o fim de sua vida. “Ele me tratava com um carinho muito especial. Quando fui estudar agrimensura, ele era o diretor da Escola Técnica de Agrimensura”.

Okada conheceu o filho de Dr.Logatti, Chiquinho, que também estava se preparando para prestar vestibular, pois iria ter o primeiro ano da Civil. Só que para Okada não deu certo, mas Dr. Francisco Logatti arrumou para que ele fosse trabalhar na Camargo Correa, em Ilha Solteira, cidade que ajudaria a construir. “Quase todas as ruas fui eu quem loquei”, diz o matemático.

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